Entrevista com Diogo Hudson – Palestrante do Coaching in Rio Academy 2017

Diogo Hudson

Vamos dar continuidade a nossa série de entrevistas com palestrantes do Coaching in Rio. Hoje, vamos falar com o formador de coaches Diogo Hudson.

Vamos lá?

Jaqueline: E aí, tudo bem? Hoje, eu estou aqui com o nosso querido da Escola de Heróis, o herói da Escola de Heróis, Diogo Hudson. Diogo Hudson forma coaches aqui no Rio de Janeiro e em São Paulo também né Diogo?

Diogo: São Paulo, Rio de Janeiro e Nova Iguaçu.

Jaque: Isso aí. Está crescendo pra caramba. Ele forma coaches com essa escola sensacional, que é a Escola de Heróis, que por acaso formou com muita honra e glória meu filho. Gabriel Salles é formado pela Escola de Heróis.

Diogo: E a sua sócia.

Jaque: Exatamente. Minha sócia Dayse Galhardo. São formados pela Escola de Heróis. O Pablo Tufano também é formado pela Escola de Heróis. Você assistiu a aula com Pablo Tufano e você sabe quem é. Muita gente ficou perguntando: Pablo, que escola você se formou?

Muito legal e ele falou que tinha sido formado pela Escola de Heróis. Então, estou aqui com o Diogo. Ele é um dos palestrantes do Academy 2017, onde ele vai falar sobre ressignificação. E aí Diogo, como é que você está? Tudo bem?

Diogo: Tudo bem. Muito entusiasmado para 2017 e mais entusiasmado ainda começar o ano com o pé direito palestrando no Coaching in Rio Academy.

Jaque: Que bom. Então eu queria que você falasse um pouco aqui para quem está lendo esse artigo, para quem vem para o Academy e também para quem não pode vir, se quiser vir para o Academy Club, que é a parte online do Academy. Fala um pouco para o pessoal o que você vai falar, como você está se preparando para estar com a gente aqui ao vivo no Rio de Janeiro no dia 21 de janeiro.

Diogo: Bom, eu vou falar sobre ressignificação, que para mim é a parte mais importante no atendimento de coaching. O que que é ressignificação? É dar um novo significado para um fato. Minha experiência com o coaching vem de formações nacionais e internacionais. Eu tive a oportunidade de estudar com Tony Robbins, com Tim Gallwey.

Tive a oportunidade de estudar na Índia e nos últimos anos eu visitei quase 30 países estudando comportamento humano. E o que eu mais vejo nas pessoas é a dificuldade de mudar. E essa dificuldade de mudar geralmente é ligada a algum fato do passado. Então, o trabalho que eu vou fazer no Coaching in Rio é palestrar sobre dar um novo significado a um fato passado. Vou dar uns exemplos.

Uma pessoa que abriu uma empresa, quebrou uma empresa e não consegue abrir uma nova e ser empresário. Vou dar outro exemplo, vou dar um exemplo de um cliente meu. Ele era pequeno, a mãe pegava a bolsa, colocava um monte de roupa, colocava em cima da mesa e falava: olha, se você não comer até o final, eu vou pegar essa bolsa e vou embora.

Diogo Hudson

Ele se tornou obeso, com a saúde totalmente debilitada devido a uma crença que foi plantada na infância. Então, a ressignificação é dar um novo significado para alguma coisa no passado que ficou mal resolvida. Só que eu vou trabalhar a ressignificação em diversas espécies. Por exemplo, a espécie de ressignificação de life coaching, que pode ser com cigarro, pode ser para drogas, pode ser para álcool, para vício, pode ser para obesidade, no life coaching, o coaching de vida. Pode ser ressignificação no nível empresarial. Às vezes, o empresário, por exemplo, não tem confiança em contratar novas pessoas porque algum funcionário deu muito problema. Mas o empresário geralmente fica na vitimização, onde o problema é sempre dos outros e não dele.

Então, a gente vai falar sobre assumir responsabilidade, a gente vai falar sobre ressignificar por meio de assumir novas responsabilidades. Eu vou falar também na esfera da comunicação, porque tem muita gente, por exemplo, que tem medo de falar em público, que trava ao falar em público e eu como também trabalho com oratória.

Vou falar sobre como dar um novo significado a sua própria comunicação e vou fazer exercícios de oratória, de comunicação e de vendas para as pessoas ressignificarem tudo que está no passado. Você sabe né, Jaqueline? Aquelas crenças que, às vezes, o coach tem que vender é um incômodo para as outras pessoas, que eu estou incomodando alguém quando eu faço uma abordagem. Ou então falar em público, as pessoas vão me julgar, vão falar mal de mim, vão ficar ali me julgando, falando mal. O que elas estão pensando de mim.

Então, eu vou dar um novo significado para isso tudo por meio das técnicas que eu vou ensinar nessa palestra do Coaching in Rio.

Jaque: Muito legal. Eu dei um novo significado no meu cabelo hoje.

Diogo: Eu tô vendo. Ficou incrível.

Jaque: Eu estou na moda verão 2017. Vou te contar esse novo significado. Durante muitos anos, eu trabalhei em uma empresa que eu não podia jamais trabalhar de cabelo molhado. Jamais! Não existia essa possibilidade. Então, hoje, toda vez que eu tenho a possibilidade de trabalhar com cabelo molhado, eu trabalho com cabelo molhado.

Eu estou em casa falando com você. A gente está na mesma cidade e eu estou na minha casa e você está na sua. E essa flexibilidade é muito legal. Então eu resolvi ressignificar meu cabelo.

A sua parte. O Coaching in Rio Academy 2017 é baseado em três momentos. Eu vejo que são alinhados com a proposta do coaching. Que é a atração dos clientes, a venda e o atendimento. Porque muito se fala no mercado sobre atrair, sobre vender. Mas e o atendimento? Que é o pós-venda. Você vendeu, a pessoa investiu, ela precisa ter, receber o que ela investiu. Então a sua parte de ressignificação vai ficar em atendimento. E quando você estava falando, eu percebi que o que você vai falar vale tanto para quem trabalha com coaching de vida, emagrecimento, relacionamento, mas também para quem trabalha dentro da empresa, dentro de empresas. É isso Diogo?

Diogo Hudson

Diogo: Sim. Na verdade, o que eu vou falar é ligado nos três pilares do coaching. O primeiro pilar é a inteligência emocional. Tem muitas escolas de coaching que não trabalham essa parte, que acham que coaching é meta, é resultado. Mas eu sempre falo: a gente não atinge resultado porque tem uma causa. E a causa está sempre ligada a nossa emoção. Existem vários pesquisadores no decorrer da história que explicaram isso. Você tem vários pesquisadores que falam de comportamento até algumas teorias mais antigas que falam sobre as emoções, que falam sobre os sentimentos, as percepções. Desde Wundt que desenvolveu a primeira experiência de psicologia.

Então, o que eu vou passar é, no primeiro pilar, a inteligência emocional. O que faz uma pessoa, por exemplo, procurar uma ajuda religiosa ou procurar um terapeuta no momento que está ou em uma perda muito grande ou está sofrendo muito. E porque no momento onde a pessoa está equilibrada, está bem, ela não busca ajuda, ela acha que já está bom.

Porque a gente sempre tem alguns ganhos e esses ganhos são os indiretos. São os ganhos indiretos que não deixam a gente mudar. Então, eu vou explicar técnicas onde em alguns minutos você faz com que a pessoa mude totalmente a crença, a forma de pensar. E se ela muda o jeito de pensar é porque ela ressignificou algum fato por meio de uma emoção que estava interrompida e essa emoção interrompida não estava deixando a pessoa ir para outro nível.

Então o que que a gente faz? A gente faz com que essa emoção fique livre e por meio dessa emoção ficar livre, a pessoa muda a forma de pensar. Porque tem muita gente que acha assim: você tem que ter pensamentos positivos.

Eu falo que pensamento positivo não vale nada. 90% da mudança é o sentir, 10% é o pensar. E não adianta nada você sentir e você pensar se você não agir. Aí você vai para o segundo pilar. O primeiro pilar é a inteligência emocional, o segundo pilar o desenvolvimento de competências e então eu vou falar um pouco depois da ressignificação. Como que você faz para poder colocar o cliente, para poder desenvolver a competência, desenvolver a habilidade e em terceiro criar um plano de ação e agir. Eu sempre falo assim: a mudança, ela namora com a vontade, ela tem um noivado com o planejamento, mas ela se casa com a ação.

Então o trabalho que eu vou mostrar para vocês no Coaching in Rio é o trabalho de ressignificação, onde a gente consegue criar uma mudança sólida na vida da pessoa.

Diogo Hudson

Jaque: Muito bem. Excelente. É o que a gente também vai fazer. Está nos meus planos. A minha parte vai ser falar sobre a subjetividade do coaching, que é exatamente isso que você falou. Que o coaching tem duas vertentes para mim, no meu método. Que é a objetividade, o alcance de metas, os números. Perdi 20 quilos, tive um aumento de 200% no meu ROI. É a parte objetiva do coaching.

Diogo: Coaching é resultado.

Jaque: Coaching é resultado, mas tem a parte subjetiva também, que é o gerenciamento das nossas emoções. A gente vai falar muito sobre o gerenciamento das emoções no Academy. Inclusive, estou preparando, quero muito que você assista, quero muito que você faça parte. Porque eu estou preparando uma visualização incrível que vai ser a terceira vez que vou fazer essa visualização em público assim, com público grande.

É a visualização do corpo interior. De como a gente esquece que a gente um corpo interior, que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, 365 dias por ano. Funciona plenamente para que o corpo exterior trabalhe e tenha esses resultados. A gente vai trabalhar bastante também no Academy junto com o Diogo, junto com os outros palestrantes e essa vai ser a minha parte. Eu vou falar bastante sobre a subjetividade do coaching e como você pode gerenciar todas essas emoções para que você tenha os resultados que deseja. E mais do que isso, para que você entregue o resultado a pessoa que te contratou, que está ali aspirando.

Diogo, você tem algum recado para dar para o pessoal que está se preparando em todos os lugares do Brasil para vir para o Academy?

Diogo: Olha, o recado que eu tenho é: vão de coração aberto, vocês vão aprender muito, muito, muito. Eu quero que vocês possam ir como eu vou para qualquer evento de coaching. Eu vou no sentido, como se eu estivesse vendo o mesmo filme pela segunda vez. Por exemplo, quando você vai para o cinema ver pela segunda vez o mesmo filme, por mais que seja o mesmo filme, a gente sempre enxerga coisas que a gente não viu antes. Então mesmo você tendo uma formação em coaching, onde quer que você tenha feito, não importa, é muito importante que a gente vá com o copo vazio e com a caneca vazia para poder aprender um pouco mais.

Então o recado que eu tenho é esse. Eu vou para lá para aprender. Tanto na minha palestra quanto com os outros palestrantes. E eu espero que todos vão nesse mesmo sentido para que a gente possa aprender e a gente possa trocar bastante. E principalmente, que a gente possa criar relacionamentos e a gente consiga se desenvolver juntos.

Porque, afinal de contas, eu sempre falo isso. Não existe concorrência no meio do coaching, existem parcerias. Então quanto mais se ouve falar em coaching, mais você fica conhecido. E eu adoro esse encontro fantástico de coaches, onde a gente pode trocar com pessoas que entendem aquilo que a gente faz. Isso é muito legal, isso é muito bacana. E eu estou muito feliz de participar desse evento.

Jaque: Obrigada, Diogo. Obrigada por você vir com a gente aqui nessa entrevista. Obrigada por ter dito sim ao meu convite de estar com a gente lá no Academy 2017. Você foi o primeiro a ser convidado. Já tem quase um ano né que eu te convidei. Você foi o primeiro nome que veio na minha mente assim para participar com a gente desse evento. Quero te agradecer para estar aqui conosco e te desejar também para você, para a Flavinha, para toda a Escola de Heróis e sua família da Escola de Heróis um feliz 2017. E a gente se vê lá no Academy. Tá bom? Beijo.

Diogo: Escola de Heróis 2017 estou muito feliz. Muito obrigado pela oportunidade Jaqueline. Estamos juntos. Valeu.

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